Geek do Olimpo

Este sábado, dia 14, estarei na Fnac do Almada Forum para a gravação do podcast Geek do Olimpo. Apareçam, até porque, segundo consta, haverá prémios para membros participantes do público.

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Festival Contacto

Este sábado, dia 7, estarei no Festival Contacto no Palácio Baldaya, em Benfica, às 16h00. A sessão servirá como apresentação/lançamento post factum do Dragomante. Espero ver-vos por lá.

 

 

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A Oitava Era – Quenestil

“Não sei se já não o sinto… ou se, simplesmente, já não o consigo sentir.”

Há entre os eahan quem defenda que a própria Mãe está irada com Allaryia. Que as intempéries inoportunas que nos assolam a isso se deve, e que por isso a terra treme como um punho crispado com raiva reprimida. Há muito que as nações humanas pouco caso dela faziam, salvo em certas tradições agrícolas que perduram desde tempos remotos, mas, com o silêncio dos deuses, a Mãe voltou a ganhar uma certa predominância em algumas comunidades. Mas ela não responde a preces, se é que as ouve, e muitos dizem que pouco mais há que fazer além de aguentar a tempestade e esperar pela bonança.
Resta apenas saber se a emoção com que nos assola é a de uma mãe-ursa que protege a prole, a de uma andorinha que perdeu o seu par, ou a de uma mulher rejeitada…

– Considerações de Ŕiaris, antigo cónego de Gorfanna de Dois Ramais

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Sopesar

Sopesar

Tomar com a mão o peso a; Tomar na mão e tentear o objecto que se quer arremessar.

Vejam bem o quão grande e específica a definição é, e como esta palavra a abarca em três sílabas. A linguagem foi feita para isto mesmo. Agora, se alguém se sentir ameaçado ao ver-vos com um objecto arremessável na mão, podem dizer-lhe que estão só a “sopesar” e atingi-lo à traição quando ele fingir que percebeu e vos virar as costas.

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Nova entrevista

Os anos passam, as pessoas vão crescendo, e vão-se sucedendo as agradáveis surpresas de eu me deparar com jovens – agora jovens adultos – que conheci em palestras em escolas ou bibliotecas, e que, por um lado, me fazem sentir mais velho, mas, por outro, me trazem imensa alegria ao dar razão à minha postura de ir a esse tipo de iniciativas, não para vender livros, mas para plantar sementes. Assim foi com a Patrícia Caetano, que recentemente me entrevistou para o seu blogue, Bookaholic Kingdom. Façam-lhe uma visita e dêem uma vista de olhos.

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